A paz do Senhor, irmãos devemos estar atentos com o que vemos e ouvimos, por este motivo trago-lhes uma matéria alertando sobre o ocultismo dentro dos louvores que deveriam ser exclusivamente para Deus.

“Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração. Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.” Hebreus 4.12-13

Emeli Sandé “Clown”: Vendendo a Alma para a Indústria da Música?

QUARTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2013 

 

O vídeo de Emeli Sandé “Clown” (“palhaço”) é simples, sutil e artístico, mas, no entanto, transmite uma mensagem muito clara e perturbadora sobre a indústria da música e aqueles que a governam. Será que “Clown” fala sobre Emeli Sandé “vender sua alma” para a elite? Vamos analisar o significado da canção e do vídeo musical. 
 
Emeli Sandé é uma cantora escocesa, nascida na Inglaterra, cujo álbum “Our Version of Events” tornou-se o álbum mais vendido de 2012 no Reino Unido. Com três singles em primeiro lugar e aclamação da crítica, já está certo que Sandé vai ganhar um monte de prêmios em 2013 e, possivelmente, mais reconhecimento do outro lado do Atlântico. Será que seu recente sucesso vêm com uma etiqueta de preço? A julgar pela mensagem veiculada em seu single “Clown”, sim, sim, sim.
 
Certamente não é preciso muito esforço analítico para compreender que “Clown” retrata a indústria da música como uma entidade monolítica, ameaçadora e até mesmo perigosa, liderada por pessoas poderosas que exigem nada menos do que a total submissão de seus artistas escolhidos. Em troca de sucesso, um contrato condenatório (semelhante a um juramento) deve ser assinado, que não só leva a abrir mão do controle criativo, mas, em um nível superior, abandonar sua própria alma. Será por isso que Sandé teve uma parte importante nas Cerimônicas dos Jogos Olímpicos de Londres (um ritual oculto aparentemente flagrante da elite), onde ela cantou em um segmento perturbador intitulado “Abide With Me”, que conta a história de uma criança dando sua alma a uma entidade maléfica? Talvez. Vamos analisar o vídeo.
 
 “Clown”
 
“Clown” é praticamente o oposto da maioria dos vídeos que eu descrevo neste site. Não há aquelas modas de indução à enxaqueca, não há danças super-futuristas e não há símbolos piscando a cada 3 segundos. No entanto, no fim, a mesma realidade obscura é transmitida e o mesmo grupo elitista está sendo reconhecido e referido. 
 
O vídeo é filmado em preto e branco, no estilo dos filmes mudos dos anos 20. Toda a ação se passa em um cenário único, uma espécie de sala de reuniões, onde parece que questões importantes estão sendo discutidas. Em uma das paredes, lemos as palavras “em qualquer lugar do mundo e do sistema solar”, dando a essa sala de reunião uma dimensão etérea, que transcende tempo e lugar. As decisões que estão sendo feitas parecem ter um peso que supera qualquer entidade política regular ou nacional. Há homens em uniformes militares semelhantes aos usados ​​durante o reinado de Hitler ou Mussolini, visto que a diversidade racial do painel indica que não estamos olhando para um governo fascista tradicional, mas a algo de “nível superior”, daí o porquê das palavras “Em qualquer lugar do mundo e do sistema solar”. Dito de outra forma, o vídeo parece referir-se a uma ditadura evoluída a nível supra-nacional, como talvez … os Illuminati e a Nova Ordem Mundial? 
 
 Emeli trazida por dois soldados.
 
O vídeo começa com uma cena estranha: Emeli entra nesta sala escoltada por dois soldados, como se fosse uma prisioneira, mas ela é recebida com aplausos calorosos de todo mundo. Desde o início, o vídeo descreve a contradição de ser uma estrela nesses dia e idade: influente e reverenciada pelas massas, enquanto ainda completamente em submissão aos poderes superiores. Os aplausos que Emeli recebe são quase sarcásticos, como se dizendo “Estamos aplaudindo você como seus fãs fazem – mas nós que controlamos você”.
 
Emeli é então presenteada com algo que representa o dilema de quem quer fazer muito sucesso na indústria da música. 
 
 Emeli é dada uma caneta para assinar um contrato. 
 
 Antes que qualquer palavra sequer seja trocada entre os homens e Emeli, a cantora é esperada assinar um contrato. Como podemos ver pela reação dela, isso não é um contrato comercial comum, mas um documento que terá muito impacto no resto da sua vida. A assinatura deste documento é igual a abrir mão de alguns de seus direitos, liberdades, controle criativo e… sua alma?
 
Emeli se recusa e diz “Não”. Imediatamente, os homens na sala mostram sinais de impaciência e se tornam mais rudes. Um dos homens dá um passo até ela e lhe diz: “Por favor, você deve reconsiderar” e faz com que ela se sente. 
 
 Enquanto um homem vai até Emeli, ela dá um 
olhar dizendo: “Por que você está tocando em mim?”
 
Vemos, então, outros gestos indicando que a integridade física de Emeli está sendo violada. Embora essas ações sejam um pouco sutis no vídeo, elas são uma maneira simbólica de remeter para a violência física e psicológica que os artistas podem ser submetidos, se não cumprirem integralmente a vontade da elite. 
 
 Emeli é dada a advertência paterna “olhe para mim quando
 eu estiver falando com você” por um homem de uniforme. 
 
Ela também leva uma bronca e um ‘sermão’, enquanto um dedo ameaçador lhe é apontado. 
 
 Emeli é tratada com o discurso típico que é dado aos artistas para convencê-los a assinar um contrato. Eles falam para ela aproveitar essa rara oportunidade de ser rica e famosa. Nós rapidamente temos a sensação de que, se ela se recusar a assinar com essas pessoas (a elite), ela nunca vai conseguir nada, porque eles são basicamente o único caminho para a celebridade, e que aparentemente não há maneira de fazer sucesso na indústria da música, apenas assinar com essa entidade monolítica que é controlada por um grupo fechado de indivíduos. Os homens dizem a Emeli:
 
 
 “Você tem um grande talento, e o mais brilhante dos futuros. Tudo o que pedimos é o seu consentimento”. 
 
 
Ao que ela responde:
 
“Você quer dizer que minha rendição.” 

 
Isso implica que o contrato, de fato, obriga Emeli a se submeter aos poderes constituídos e tornar-se um boneco virtual, ou um palhaço. 
 
Um homem então responde:
 
 
“Queremos dizer a sua cooperação.”
 
 Isso significa que eles querem que Emeli deliberadamente faça o que se espera dela, mesmo se ela perceber que isso vá contra o que ela acredita… que é o significado de “se vender”.
 
 Quando Emeli diz:
 
 
 “Eu quero liberdade, para ser eu mesma.”
 
 
Um homem prontamente responde:
“Para que serve a liberdade… se você vive na sarjeta?”
 
 
 Exibindo a perspectiva de ganho material, e perda, a fim de levá-la a assinar o contrato.
 
Enquanto ela continua  hesitando, os homens ficam com mais raiva e começam a gritar com ela. Em um ponto, um homem diz “Precisamos de uma decisão” e uma votação é feita, embora Emeli não receba direito a voto.  Levantando as mãos, os homens decidem o que fazer com Emeli. Com um simples gesto, um homem resume seu destino, se ela não assinar o contrato. 
 
 Ao passar a mão em sua garganta, este homem está dizendo que não só a carreira 
de Emeli acabou, mas, visto que ela já “sabe demais”, ela provavelmente irá morrer
 em “circunstâncias estranhas”, não muito diferente de outros artistas intransigentes.
 
 Em suma, se ela não aceitar os termos do contrato, esses homens vão matá-la. Ela é, então, lembrada da oportunidade que está passando por cima: 
 
 “O sucesso é impaciente. Seu público está esperando.”
 

Quando apresentada  novamente à caneta e ao papel, Emeli pega a caneta e começa a cantar o refrão da canção, confirmando que ela aceita os termos do contrato.

 
 Eu vou ser a sua palhaça
 Atrás do vidro 
Vá à frente e ria porque é engraçado 
Eu faria o mesmo se eu me visse 
Eu vou ser a sua palhaça
Em seu canal favorito 
Minha vida é um circo-circo
rodando em círculos 
Estou me vendendo esta noite
 
A letra da canção descreve a tristeza de um artista que foi reduzido ao status de um palhaço, um boneco que é dito o que fazer, a fim de obter ganhos materiais. Como mostrado no vídeo, a letra da canção também transmite o fato de que ela foi forçada a esse contrato, que é, quando tudo estiver dito e feito, nada mais do que exploração glorificada.
 
 
Eu ficaria menos irritada se fosse a minha decisão
E o dinheiro estivesse rolando 
Se eu tivesse mais do que a minha ambição 
Vou ter tempo para agradar 
Vou ter tempo para agradecer a você assim que eu ganhar
 
 
No fim do vídeo, Sandé assina o contrato (embora nós não realmente vemos ela fazer isso) e é levada pelos soldados. Parece, portanto, que essa é uma outra história de livre arbítrio, liberdade e integridade que estão sendo levados à força por meio da coerção e poder. É outra história que descreve a vitória do mal contra o bem, das trevas contra a luz. É mais um “discurso de vitória” da indústria Illuminati, descaradamente mostrando como ele controla a indústria, a tal ponto de ela fazer seus “palhaços” cantar sobre sua própria triste condição de marionetes. Embora Emeli Sandé seja sem dúvidas mais talentosa e madura do que as demais estrelas pop, “Clown” não transmite uma mensagem que seja muito diferente do que temos visto neste site. A única diferença é que essa música é destinada para o mercado adulto contemporâneo, ao invés do mercado pré-adolescente.
 
 Conclusão
 
 Nesta época em que a indústria da música cada vez mais monolítica está se revelando a um público que ainda está sem orientação, as mensagens que chegam para ele estão se tornando cada vez mais filtradas, similares e perturbadoras. Os temas da rebelião, da vitória do espírito humano sobre um sistema opressor, de transcender as fronteiras por meio da arte são silenciados e praticamente banidos da indústria da música. Onde estão esses grupos que tinham uma mensagem? Que se levantam a favor de certas coisas? Quem prefeririam a morte a se vender? Eles ainda existem – mas eles não estão mais na mídia de massa controlada pela elite. Hoje, as estrelas são ou “escolhidas” de uma idade jovem e construídas a partir do zero pela indústria, ou são indivíduos talentosos, como Emeli Sandé, que são “recrutados” e forçados a se tornar um “palhaço”. 
 
“Clown” é sobre a submissão, em desistir, sobre a vitória de opressão sobre o espírito humano, é sobre ceder à pressão, sobre o ganho material aceito temporário para o sucesso, sobre a assinatura de mais uma alma a um grupo poderoso e opressivo. Por alguma razão, essas mensagens devem ser comunicadas ao público, como se subliminarmente estivessem desmoralizando as massas, para se certificarem de que não há mais modelos reais ou ícones – aqueles que defendem certos valores acima de qualquer outra coisa – que estão ainda lá para inspirar e dar esperança ao mundo. 
 
Enquanto a música é cheia de arrependimento e melancolia, ela ainda funciona como um “discurso de vitória” dos Illuminati para as massas. Em uma questão muito simples e teatral, “Clown” descreve como funciona a indústria e como ela trata suas estrelas e os obriga a vender a sua alma. Alguns podem interpretar “Clown” como Sandé “falando contra” a indústria. Mas a “moral da história” que está sendo dita é que ela se deu por vencida. E agora ela está na TV. E ela cantou nos Jogos Olímpicos na frente de um bilhão de pessoas em uma cerimônia que foi marcada com o simbolismo da elite, o mesmo grupo descrito por forçá-la a assinar o contrato em seu vídeo. Antes de sua performance olímpica, talvez, Sandé estava cantando para si mesma “estou me vendendo esta noite”. 
Fonte: VC / http://danizudo.blogspot.com.br/2013/01/emeli-sande-clown-vendendo-alma-para.html

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